Olá, mulheres desdobráveis.
Por onde começar… A Cavalera fez uma apresentação daquelas que levantam até defunto. Dezenas de dançarinos do coreógrafo Nelson Triunfo entram na passarela ao som de hits da soul music dos anos 1970, de Tim Maia a James Brown e Jackson Five. No palquinho montado na boca de cena, o cantor Tony Tornado animava o público.

A modelo Michelli Provensi abre o desfile dançando, cheia de gestos, carão e suingue, seguida sempre por uma dupla de modelos ou dançarinos vestindo as peças da coleção (só foram contratados os modelos que dançaram muito no teste). Na fila A, Geraldo Alckmin e um punhado de cantores, como Otto e Luciana Mello. O público levantou, ovacionou e dançou junto.

Mas tudo isso foi feito para mostrar a coleção da marca para o Verão 2013/14, então vamos a ela. O stylist David Pollak contou que recebeu um pedido para que a edição dos looks fosse bem real. A Cavalera vem de uma fase mais “fashion” e preocupada com a modelagem direto para a moda de rua, real, tipo “tá aqui, tá na loja”.

Portanto, muitos shorts, jaquetas, camisetas, vestidos abertos, saias, calças, bermudas, coletes, enfim, um guarda-roupa completo, ultra-colorido e estampado (prints de hibiscos, ótica, africana…). Tudo com perfume anos 70, com direito a dourado e boca de sino, mas nada fantasioso. Prontos para consumo, assim como a Cavalera quer.

E tem a volta de Marcelo Sommer, que foi contratado em dezembro para integrar a equipe criativa dessa temporada. Sommer é um daqueles estilistas que fazem falta e seu retorno é sempre bem vindo. 

Meninas até o próximo post,
afinal, mulher desdobrável eu sou.

By Rafaella Ribeiro

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Pernambucana arretada, 28 primaveras, geógrafa e maquiadora nas horas vagas. Escrevo quando dá na telha, sou movida à música e carrego dentro do coração o amor à vida.

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